Blog Te Dou um Dado?

Longe da gente entender a psicanálise freudiana, mas algo nos diz que não será muito difícil Kingston virar viado na fase adulta não. E isso só analisando o fato de que sua mãe é loira platinada, usa batom vermelho e é a Gwen Stefani…


Prq se a gente quiser ser mais profundo e analisar que a mãe de Kingston sai com o filho, pra comer fora, vestido em lamê dourado, cetim vermelho, sapatilhas em estampa de zebra, numa releitura pós-moderna de Hamlet </Helen Pomposelli>, ou como diriam os comentaristas de desfile de escola de samba: “Representando a viagem mística do Rei Arthur para a Índia antiga, de cheiros, cores e sabores”

Daí não restariam dúvidas!

Estávamos dando uma lida no blog da Carolina Dieckmann e demos de cara com esse bolo:

Não entendemos bem se foi aniversário do filho dela ou se foi alguma coisa com futebol porque ima ima ima, o forte da Carolina não é a rima, mas ó: o último que foi comer uma coisinha para comemorar a vitória do mengão foi o Ronaldo, e todo mundo viu no que deu…

Opa, próximo hit: Sua inveja faz a minha fama. Se for para fazer música com nome de comunidade do Orkut, péra que a gente faz uma para você:

Um dos nossos maiores sonhos, junto com participar do Arquivo Confidencial SuperPop, é ter nossos looks analisados pela consultora de imagem do Ego, Helen Pomposelli. A obviedade das análises chega a ser poética. Essa semana ela analisou os penteados. Vejamos.

A gente adora “releitura”. Assim como a gente adora “repaginada”. O que a gente não adora é essa cara da Juliana Paes.

“Ar antiguinho” é ótimo. Tipos, não deu tempo de arrumar o cabelo pra festa, prendeu de qualquer jeito e nego chama de “penteado”. Adoramos.

“Liberou as madeixas” = não fez chapinha. “Contraste contemporâneo” = susto. “Rosto oriental” = japa.

“Megahair aparecendo é um detalhe que não compromete o estilo”. Ummmm, pra gente, megahair aparecendo é uma releitura da fase pré-manicômio da Britney.

De acordo com o National Enquirer, Bobbi Kristina, filha de Whitney Houston, tentou esfaquear a mãe dia desses. Que mundo, não é mesmo? Nada justifica essa ação brutal. Além de ter batizado a filha como Bobbi Kristina, não sabemos qual foi o crime de Whitney Houston.

Nem eu!

A gente sabe, a gente sabe… a notícia é sobre alguma declaração melosa relacionada ao dia das mães, mas mesmo assim nosso sangue gelou por um minuto e tivemos que conferir, porque né? Depois do Phavanello só tá faltando pegar a mãe mesmo.

dale, mamacita… que divina que sos… te quiero ahora… dale a tu papa, mami

Gimenez que nos desculpe, mas Leila Lopes está fazendo o maior esforço para roubar seu posto de musa deste blog.

Nessa entrevista que ela deu algum tempo pro TvFama (cuja audiência abrange seus 42 fã-clubes do Brasil), Leila Lopes falou que:

  • Não há filme algum.
  • A alma dela está intocável, e ela não é uma atriz pornô.
  • Hipocresia (sic) não existe.
  • Por exigência da Leila, o filme é inspirado em Nelson Rodrigues. Outra exigência: ter pai, mãe e irmã no filme.
  • O mundo inteiro só fala disso.
  • A capa é absolutamente inovadora: chapéu, luvas. E um seminarista.
  • O ator, chamado Carlos, foi escolhido pelo physique. É. Physique. Porque tem cara de ator, cara de seminarista.

Foi aí que nesse ponto a gente teve de parar pra poder ver a cara de seminarista do Carlos. Com a ajuda da nossa comunidade, a gente conseguiu. Meet Carlos Bazuca:

Cara de seminarista. Pêlos de seminarista. Tatuagens de seminarista. E… bazuca de seminarista.

22 centímetros de pura dedicação.

by Urgh.us